terça-feira, 22 de julho de 2008

Novidades do chuchuzinho

(Eu estou ficando meio preocupada com o nosso chuchuzinho. Em pleno século XXI, a mãe dele é quase uma analfabeta. Digital, bem entendido. E se ele puxar essa característica?!? Digo isso porque acabei de deletar o post inteiro que eu tinha escrito. E o pior, que caracteriza o fato de eu realmente não saber o que estou fazendo, não sei como ou porque aconteceu...)

Enfim, eu bem empolgada tinha contado aqui que estamos em fase de pintura da casa, ou melhor, de escolha de tintas e cores- o que não é fácil, o Mika insiste no mostarda ;) Pelo menos as cores do quartinho do bebê já estão escolhidas!! Para ele agora estamos vendo os móveis, e já achamos um berço que, eu acho, vai ser o escolhido. Esse gás todo veio com as minhas reclamações (Oh, vida, oh, azar, nada acontece nessa casa...), com a boa relaxada de domingo (sabe aquele ditado: "tá estressado? Vai pescar"?), com a proximidade do temido chá de bebê (isso da minha parte) e com o dinheiro das minhas horas "extras" de junho, hehe... Não, sério, é de novo aquela sensação de que está longe para esperar e muito perto pra fazer tudo que falta...
Falando nisso, não vou colocar as imagens da ultrason da semana passada porque não ficaram boas, vocês vão ter que acreditar na minha palavra quando eu digo, apesar de não ser 3D, vimos que ele é bem bochechudinho! Afinal, seu peso é +ou- 1,5Kg, enquanto que a maioria dos sites que contam sobre a gestção semana a semana diz que a média é entre 1,1 e 1,3Kg... Já o tamaho não sabemos, mas se nos guiarmos pelos mesmos diz que é quase 30cm!! Enoooorme, uma régua escolar (precisamos de uma referência, né?)!

Tem também uma outra coisa: depois dos primeiros exames, a DPP (data provável...) era 07/10, ou seja, as 40 semanas. Mas a cada novo exame dá uma mexida, e hoje já está em 24/09!! É claro que não dá pra saber com certeza, o normal é de 38 a 42 semanas, ou seja, a partir de 10/09 ele já poderia estar por aqui... Apesar de que eu acho ele bem sossegadinho, vai querer ficar o máximo na preguicinha se puxar os pais! Enfim, minha mãe também acha possível que ele venha ainda em setembro, mas eu vou é esperar ele decidir!!


Sabem o que me ocorreu agora? E se ele for como o "Jack"? Não o rei das abóboras, mas o do Robin Williams, o menino que crescia em uma velocidade maior que o normal? Vcs lembram?



Vou até colocar as recentes fotos da família- créditos pro papis Mika, que não aparece em nenhuma- para quem tem experiência com tamanho de barriga dar sua opinião...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Curtas (Tantas que virou um longo post...)

Eu sei, já estou uma mãe relapsa... Comecei escrevendo no blog às sextas de manhã, passei para os sábados, finais de semana, e já teve até na terça-feira!! Mas se o objetivo era dividir o que andava passando pela minha cabeça, não há retrato mais fiel: tenho feito tantas coisas nesse início de "férias de julho" que não tenho nada dentro dela, nem vento!! E agora, que eu entrei no 3º trimestre, o tempo parece tão apertado, e ao mesmo tempo tão longo!!

Amanhã tem ultrason, se tudo der certo... Porque era para ser hoje e cancelaram- ai, meu Deus!! Ando tão estressadinha e ainda fazem isso, saí de lá chorando, o Mika ficou até com dó, e mesmo na correria me mandou uma mensagenzinha mais tarde. Eu fiquei uma pilha, e só me acalmei depois de ouvir os 2 CDs da Disney!!

Estou cansada, ainda, por incrível que pareça, da correria que foi desde o meio de junho- agora que será mais tranquilo, eu imagino. Além do habitual final de semestre- sempre caótico- ainda houve algumas correrias. O exame da diabetes, que me deixou bem cismada mas graças a Deus não deu nada (eu acho, pelo que entendi do resultado). As constantes discussões (não no sentido agressivo da palavra) sobre roupa de cama, protetores de berço, edredon do chuchuzinho... Sem entrar na cobrança de listas de chá de bebê. Mas isso, por mais contraditório que pareça, está sendo uma delícia!! Vai ter lençol com casa de passarinho, espantalho... Muito patchwork, xadrez laranjinha e azul jeans!! Um mimo :D

E essa casa, que não muda nada? Pelo meu cronograma já deveria estar acabada a "reforma" de fora, e mexendo aqui dentro, mas toda semana é só "planos"... A idéia, pra quem conhece aqui, é arrumar aquele fundo, onde tinha uma edícula, colocar uma faixinha de grama, embutir as diversas tomadas cujos fios vêm direto do teto, sem passar pela parede, e pintar tudo, com direito a impermeabilizante, que vcs sabem, está precisando... E agora com a liberação do futuro quartinho do Enzo, correr atrás disso, também! Berço, roupeiro, cortina, decoração da parede, marcenaria à parte. Pelo menos as poucas mudanças no mobiliário do resto da casa já estão caminhando para a concretização. Eeeeba!

Tem também o curso para gestantes, que começou semana passada... Por incrível que pareça, tem muita coisa que não se encontra para ler por aí. Os temas são nutrição, parto, amamentação, cuidados com o bebê, coisas assim... Muito interessante, e está servindo para o Mika reconhecer diversos dos meus "sintomas" e se inteirar mais do que está acontecendo ali dentro, já que na percepção dos papais geralmente é só uma barriga crescendo, cutucando a mão quente deles quando está passando creme hidratante, e uma mulher estressada. Aliás, o Enzo deve ter aprendido a dançar por estes dias, porque estava num mexe-mexe... Depois deste final de semana, em que dei uma organizada geral nos armários da cozinha, ele parou- deve estar exausto, poor thing...
E eu ainda inventei de voltar à academia para fazer alongamentos, que a dor nas costas está demais- no alto de manhã, embaixo à noite. Combinei que iria, pelo menos, 2x por semana, mas é uma coisa chata: ando meia hora e nem me canso, me alongo em 15 minutos... Não que eu queira correr a maratona ou ganhar uns músculos, sabem que sou preguiçosa demais para isso, mas acho que dava para eu me esforçar um pouquinho mais, ficar mais cansada fisicamente, e dormir melhor a noite, sem perder o sono às 5:30 da madruga!!

Enfim, só postei para contar todas as novidades, que são muitas mas nada wow! Mais perto do final de semana vou colocar as imagens que eu conseguir do exame de amanhã, já que fotos eu estou devendo... Mas pelo menos essa eu etnho desculpa, né? Não dá para eu ficar tirando da própria barriga (braços curtos) :P

segunda-feira, 7 de julho de 2008

O Sabor da Impunidade

Pode parecer um título estranho para um blog de gestante, mas tem tudo a ver. Afinal de contas, é um período oficialmente estressante para a futura mamãe, que tem que se preocupar com todas as mudanças em sua vida + as coisas que não deveriam mudar + as responsabilidades com o chuchuzinho!! Não, sem contar as alterações hormonais!! É demais, mesmo, e por isso se perdoam certos excessos:
  • comer demais- "é por 2";
  • comer porcarias- "é desejo";
  • encher o saco dos outros- "são os hormônios";
  • ficar mais preguiçosa- "dá sono, mesmo";
  • passar horas na net lendo tudo sobre bebês- "é pesquisa";
  • querer reformar a casa- "estamos preparando para o bebê".



Mas de longe, o mais legal de todos é furar a fila. Legalmente falando, claro. Sabe que, apesar dessa barriga enorme, eu ainda não tinha me aproveitado, oops, usufruído, desse direito? Tirando um dia que fui ao Correio, uns 2 meses atrás, e achei que se pegasse a senha de gestante, alguém ia dizer que eu só estava gordinha, ainda não tinha tido a oportunidade.



Quando viajamos à SP, na hora que a galera chama pro embarque é um corre-corre, fiquei até com medo de tentar passar, acho que a galera acreditava que o avião sairia sem eles... Outro dia fomos ao cinema no Floripa e eu já me imaginei passando na frente de todos para comprar o ingresso- mas não havia ninguém nos caixas!! Na hora de entrar na sala, me empolguei quando vi uma fila enorme, só pra descobrir que era do outro filme. Como nunca vou em banco, criei uma certa expectativa no dia que tive de ir à CEF, só pra descobrir que a fila de idosos/ deficientes/ gestantes estava do mesmo tamanho que a dos "normais" (sorry, politicamente incorreta). E na hora do supermercado, a fila de cestinhas é sempre menor que a "especial", e nem vale a pena. Outro dia mesmo fomos fazer aquelas compras enormes, eu toda feliz porque, além de ser a fila "certa", ainda tinha um banco pra esperar. Mal sabia eu que ia dar um problema com a pessoa à minha frente, e que seria mais rápido eu mudar para um caixa comum, como acabei fazendo...
E o mais engraçado é que, na grande maioria das vezes, o Mika está comigo, e eu fico preocupada: e se eu puder entrar e ele não? E se alguém reclamar? E ele só dá risada... Até que fomos ao cinema sexta passada; ninguém na nossa frente pra comprar o ingresso ou entrar- de novo. Mas na hora que a gente saiu, uns 5 metros de fila pra pagar o estacionamento. "É hoje!!"- pensei comigo, enquanto ele ia ao banheiro. Me aproximei do caixa e, morrendo de vergonha de ser linchada, esperei o casal que estava saindo e me aproximei. "Posso?"- e nem o caixa nem os próximos da fila me responderam, só paguei e saí de fininho.
Não foi nada demais, mas nem foi tão bom quanto eu imaginava, e no final das contas nem sei se iam olhar feio pro Mika ou não... Será que é melhor quando a gente está na condição de idoso? ;)
O sabor da impunidade nem é tão doce assim...

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Tá chegando a hora?

Olha só, eu sei que falta tempo. Ou pelo menos espero, né? Para quem está entrando no terceiro trimestre, ou seja, no sétimo mês, ainda serão mais 3, de espera e crescimento... Mas é fatal que tudo comece a afetar a razão. Para começar, a minha barriga, que eu sempre dizia que não estava crescendo, resolveu começar- ao infinito e além!! :D

É muito gostoso, principalmente porque dá para sentir a movimentação do Enzo, saber até os horários que ele se mexe mais, e que gosta que eu cante e o Mika ponha a mão sobre ele, que reage. Mas também traz uma dor nas costas!! E eu que sempre reclamei de ser barrigudinha, não poderia estar me convencendo do contrário de maneira mais eficaz.

Aí resolvi dar uma olhada no que os sites dizem que está acontecendo aqui dentro:

"O peso do bebê é de aproximadamente 1000g (1 Quilo). Já com os olhinhos bem abertos e o coração funcionando no dobro dos batimentos da mamãe, são as funções do cérebro do bebê que se aprimoram cada dia mais. Já tem enormes chances de viver sem seqüelas se nascer prematuramente, mas terá que ficar em incubadora, pois não tem gordura suficiente para deixar seu corpo aquecido. A partir de agora, o ganho de peso e amadurecimento dos orgãos são fundamentais para sua sobrevivência fora do útero materno.

O útero da mamãe encontra-se a 7cm acima do umbigo.

A taxa de colesterol pode aumentar, mas é normal. A dificuldade de respirar também aumenta, o feto pressiona os pulmões. Cãimbras, dores nas pernas e nas costas podem estar incomodando, mas daqui a pouco tudo isso acaba!

Nunca esqueça de alimentar-se bem, o bebê necessita de muitos nutrientes sempre. Prefira refeições mais leves e se alimente em intervalos pequenos, a cada 3 horas. Converse com seu médico sobre a necessidade de vitaminas."

Comentário: estou tomando ferro. Sério, um complemento ferroso porque estou meio anêmica, o que é considerado "normal" para gestantes- pelo menos as que, como eu, não comem vegetais verde-escuros...

"Antecedentes familiares, ter tido um bebê com mais de 4 quilos ou engravidar acima do peso estão entre os fatores de risco para desenvolver o diabetes gestacional. Além disso, os médicos consideram que mulheres com mais de 35 anos têm maior propensão à doença por conta de alterações na placenta. Conheça os detalhes.
Como fica o dia-a-dia?
O tratamento é essencial para não prejudicar o bebê. Isso aumenta as visitas ao médico. Normalmente, o controle do diabetes acontece por meio da alimentação. O que não significa apenas cortar docinhos e barras de chocolate, mas também reduzir a porção de carboidratos, que se transformam em açúcar no sangue. Em geral, aumenta-se a quantidade de proteínas ingeridas e de refeições também: de seis a sete por dia. Praticar alguma atividade física também é recomendado. O excesso de glicose é usado como energia para a prática do exercício."

Comentário
: isto está muito presente na minha cabeça porque farei o exame esta semana. Desde que a barriga deu um salto, isso está mesmo me preocupando, porque pode haver consequências ao bebê para sempre!! Fui pesquisar mais, e veja o que encontrei:

"Cerca de 7% das mulheres desenvolvem diabetes gestacional, e de 10% a 12% da população têm diabetes tipo 2. Só para ter uma idéia, na década de 60 esse índice, entre as futuras mães, não chegava a 1%. Na gestação, o organismo feminino precisa produzir maior quantidade de insulina no pâncreas — a substância facilita a entrada da glicose nas células. Só que algumas mulheres não conseguem fabricar essa carga extra, e o resultado é o aumento de açúcar no sangue. E é com esse sangue superdoce que o bebê vai se nutrir. Com tanto açúcar assim, não fica difícil entender por que ele nasce mais gordinho. Já as bochechas rosadas são conseqüência do aumento na hemoglobina glicosilada da mãe (células que carregam a glicose). As chances de a criança nascer prematura também crescem: a mãe com diabetes passa menos oxigênio para o feto. Rechonchudo desse jeito, o parto normal se torna mais difícil. As conseqüências não param por aí. No berçário, o bebê precisa ganhar atenção especial: é comum ter hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar) e problemas respiratórios."

Comentário
: Socorro!! Até eu fazer e sair o resultado vou ter uma síncope!! Tá, não é pra tanto, eu sei... Mas já fui vendo possíveis soluções, e adivinhe só? Meu maior tormento...

"Não deixe os exercícios de lado no terceiro trimestre. Mas leve em conta se você se encaixa na categoria iniciante, que não costuma se exercitar, na intermediária, que pratica alguma atividade física com regularidade, ou na avançada (é praticamente uma atleta). Iniciante Você está na última fase da gestação. Força de vontade: é hora de melhorar seu condicionamento. Caminhe três vezes na semana, 30 minutos sem parar, espaçando os dias. Porém, não exagere no ritmo: nada de ficar de língua de fora! Reserve os dias livres para se dedicar aos últimos preparativos para a chegada do bebê, o que também irá exigir de você fisicamente. "

Resumindo: sei que nesta fase a mamãe começa a ficar mais preocupada, e acho que isto está dentro dos conformes. Mas sei lá, será que sou meio hipocondríaca? ;) O fato é que tenho várias coisas rodando em minha mente macaca (!?!), como essa dor nas costas, exercícios, quarto, chá de bebê, reforma da casa, dinheiro, como vai ser o parto, como vai ser trabalhar no ano que vem, como vou... etc, etc, etc. E sabe o que é pior? Do jeito que eu sou meio alucinada, logo logo eu desisto de pensar nestas coisas e começo a viajar em outras nada a ver...




"Por enquanto, ele, no aconchego do útero, passa um tempo dormindo, mais algumas horas acordado e, em seguida, volta a adormecer..."

sábado, 21 de junho de 2008

Síndrome do Ninho- o desabafo

Hmm, não é bem esse o nome, mas aparentemente é uma coisa bem comum na gestação. Embora, lembrando melhor agora, acontece uns dias antes do parto, e tem mais a ver com a limpeza e arrumação geral da casa do quem com reforma. Porque, conscientemente ou não, você sabe que seu bebê está hoje no melhor lugar do mundo, no melhor e mais bem equipado motor home já desenhado, auto-alimentante, auto-limpante, e administrado por quem você mais confia no mundo: vc mesma. Mas sabe que o despejo é certo (e até espera na contagem regressiva), e quer que essa mudança valha a pena para o seu chuchuzinho. Nada mais justo que, além de preparar seu ninho com bichinhos (de fazenda, no caso), tecidos antialérgicos e coisinhas fofas, a mamãe também queira deixar a casa "nos trinques" para causar uma primeira boa impressão (essa idéia, com certeza, não faz sentido nenhum). Então faz aquela faxina na casa, às vezes deixando a família de cabelo em pé ao subir em cadeiras pra limpar luminárias ou em escadinhas pra lavar as janelas...
Mas voltando ao assunto, não é bem esse o nosso ponto... Ou talvez seja, mas como eu sou um pouco alucinada (embora disfarce bem), as coisas tomam dimensões e formas pouco convencionais. Me mudei pra essa casa faz quase um ano e, tirando os ajustes necessários para o acréscimo das minhas posses, não havia alterado muito mais- nem o que tentei, umas poucas vezes. Sabe aquele velho ditado, "Em casa de ferreiro, espeto é de pau"? Eu e toda minha empolgação com a decoração e o planejamento de interiores ficamos quietinhas no nosso canto. E passados os primeiros 3 meses de existência do chuchuzinho, resolvemos botar a mão na massa (só aí foi mais quase 3) e cuidar do nosso ninho.
Pendurar quadros , comprar cadeiras novas, planejar e organizar as estantes e prateleiras flutuantes, instalar armários para guardar coisas que devem ficar guardadas, e um tanque (!)... Pintar as paredes internas, comprar os móveis do quarto do Enzo (bem, isso aí já era esperado), aumentar a garagem, trocar o mato por grama e canteirinho de temperos no quintal, dar um jeito definitivo nos fios pendurados pela casa... Providências tomadas e por fazer, mas que embora estejam dando um certo trabalho, estão me dando muito prazer.
Mas o que aquele médico, autor do "Criando Bebês" tinha dito, mesmo? Que as mães, mesmo as com a mente mais aguçada, acham que os filhos são sua maior realização, e "desligam" um pouco da carreira, por mais competentes que sejam? Pode ser, mas eu prefiro pensar em um artigo que li há anos, sobre como gerenciar as necessidades de um bebê ensina uma profissional a administrar o tempo de forma mais competente. Mais do que isso, vejo por aí os exemplos de pessoas que decidiram que sua vida deveria valer a pena, para ter mais para oferecer a seus filhos. E, acima de tudo, como boa desconfiada do ser humana que sou, tenho que acreditar em mim, nesse sentimento de busca profissional constante que me incomoda tanto que chego a incomodar o Mika! E eu precisei de 2 horinhas de conversa com a Kel para me mostrar isso: thanks, my friend, luv u!!
Enfim, nossa casinha vai ficando com mais carinha de nossa, assim como nosso bebê vai crescendo e se preparando para esse mundo confuso e eu vou encarando meu maior medo: de não me satisfazer com o que tenho e não lutar pela mudança.